Terça-feira, 31 de Maio de 2011

Hoje faz anos outro dos meus homens favoritos



Parabéns Mr Eastwood.

Os meus dois loiros de estimação

ofereceram-me dois grandes momentos separados por 6 meses.



Segunda-feira, 30 de Maio de 2011

O MEC deixa-me tão miseravelmente esperançada

com estas crónicas:

Os custos do amor

Estava num daqueles momentos de desabafar com o meu amor, como quem ataca e se queixa e reivindica ao mesmo tempo, a ver se ganha alguma atenção. A Maria João ia-se embora para Lisboa, num vestido que, não sei como, ainda conseguia realçar a beleza dela. E eu, pomposa mas sinceramente enciumado, comecei a enunciar o quanto me custava amá-la, dizendo que eram dois os custos que eu pagava com a dor do meu sangue: o ciúme e a preocupação.
Levantei dois dedos. Mal falei, assaltou-me a minha inépcia aritmética. Um a um, fui somando todos os dedos da minha mão: o medo (de perdê-la), a minha dependência dela e a solidão, repentina e desconhecida, que ela me faz sentir quando se vai embora.
Assim enchi os cinco dedos de uma mão. Mas, antes de avançar para a segunda, ela disse, mais feliz por ser amada do que infeliz por infligir tanto sofrimento escusado, que “afinal não bastam dois dedos”, como quem diz que “não sabes contar”, mais o choque apaixonado de se dar conta que é a primeira vez que eu conto o meu amor. Como quem não sabe quanto ama – ou sofre.
Só não continuei pela outra mão fora – da solidão para a saudade e daí para a ocupação desnecessária de tempo de alma – pela vergonha de ter dito que eram dois os custos e de ter chegado, de imediato, aos cinco.
Custa muito o amor. Não vale a pena; não é um bom negócio. Mas, como não se pode escolher nem decidir nem pensar nisso, até acaba por ser. Mais se perde em nunca ter ganho.

(Público, 27 de Maio de 2011)

Sexta-feira, 27 de Maio de 2011

Esta semana

vi na estrada dois condutores com a perna esquerda pendurada fora da janela e fiquei a pensar que a democracia talvez não seja o melhor dos sistemas.

Quarta-feira, 25 de Maio de 2011

Afinal tenho uma paixão platónica



Mas também não ajuda que ele esteja a envelhecer tão bem e ainda revele novos - e bons - talentos.

Enquanto um veta

outro mostra que a seriedade está longe de ser a qualidade mais importante de um Presidente. Isto sim é uma legislatura activa.

Terça-feira, 24 de Maio de 2011

No dia do Bob Dylan e dos The National

aqui fica Bon Iver. Para ouvir a caminho do Campo Pequeno.

Segunda-feira, 23 de Maio de 2011

Sempre que vou dar uma olhadela ao sitemeter

fico com vontade de fazer as malas e apanhar o primeiro avião para Londres.

Sábado, 21 de Maio de 2011

Nada como os desenhos animados de antigamente


para nos fazerem ver logo desde pequeninos que os supostos bons da fita são, na maioria das vezes, uns sonsos estuporados e que os alegados vilões muitas vezes não passam apenas de uns palermas desajeitados.

Quinta-feira, 19 de Maio de 2011

E "Paz à sua alma"?

Vontades da semana (ordem aleatória)






Terça-feira, 17 de Maio de 2011

Coisas que eu nunca conseguirei entender

Como é que um filme protagonizado pelo Ricardo Trêpa pode ser uma obra-prima?

Segunda-feira, 16 de Maio de 2011

Cutxi-cutxi



O boneco azul também é querido.

(roubado daqui)

Domingo, 15 de Maio de 2011

Riding for the feeling

is the fastest way to reach the shore

Sexta-feira, 13 de Maio de 2011

Há dias em que casaria

com o cliente que me dá os parabéns por um trabalho que fiz ou com o automobilista que liga os 4 piscas para me agradecer a passagem.


(Nota: o post anterior sobre a triste frase do provável futuro ministro das Finanças foi apagado automaticamente pelo Blogger devido a um problema no sistema. Mas ainda bem pois era patético demais.)

Quinta-feira, 12 de Maio de 2011

Uma coisa é certa

o provável futuro Governo tem muito nível.

Quarta-feira, 11 de Maio de 2011

Jerry Seinfeld

Para começar bem o dia.

(roubado ao Pastelinho)

Terça-feira, 10 de Maio de 2011

As bichas no Viaduto Duarte Pacheco

às vezes até são bem-vindas pois consigo perceber o nome de quem canta aquela música que gostei tanto de ouvir.

Achava eu que o que mais me incomodava

no Expresso era aquele cheiro a rotativas a alta velocidade até terem tido a triste ideia de porem o Mário Crespo a escrever crónicas. E, por falar nisso, aproveito para lembrar com saudades as de José Manuel dos Santos e Luís Fernando Veríssimo na revista Actual, cujos novos cronistas deixam muito a desejar (excepção feita ao Pedro Mexia).

Domingo, 8 de Maio de 2011

Lições botânicas de vida

Das ervas daninhas: o que dá menos trabalho é o que resulta melhor.

Das plantas em que depositámos maiores esperanças: quando não pegam ou simplesmente sucumbem não há terra boa, fertilizantes ou dedicação que lhe devolva o viço.

Sábado, 7 de Maio de 2011

Coisas realmente importantes

A SIC Radical começou ontem a transmitir o "The Colbert Report". Para ver todas as sextas lá pelas 11 da noite.


(E o meu fraquinho por humoristas americanos ameaça tornar-se patológico)

Sexta-feira, 6 de Maio de 2011

Ainda há esperança

para a esquerda portuguesa.

O desencanto das redes sociais

Desiludida com o Facebook tentei encontrar algum alento no Twitter, mas desisti quando me deparei com frases como esta:

TweetRennie RT@nomeX: RT@nomeY:Muito bom RT@nomeW:

Quinta-feira, 5 de Maio de 2011

Avalio facilmente a minha boa disposição matinal

pela quantidade de carros a que dou passagem no caminho para o trabalho.

Quarta-feira, 4 de Maio de 2011

Confesso que não gosto muito

do Luís Pedro Nunes, mas gostei de o ouvir há dias na Radar, no programa Fala com ela, a confessar que passou a gostar do Lost in translation por causa de uma pessoa. Comigo acontece o mesmo, passar a gostar de coisas que não gostava (ou achava que não gostava) porque alguém especial me mostra que essa coisa pode ser vista ou ouvida ou pensada de outra forma. E não falo da cegueira da paixão, em que nos queremos tornar um espelho do outro só para nos sentirmos mais próximos dele. Falo de uma alteração de percepção genuína, como se essa pessoa nos tivesse feito "ver a luz". E, por isso, essa música ou livro ou filme passam a estar entre os nossos favoritos pela simples razão de terem ganho um novo sentido. Ou, simplesmente, um sentido.

Deixo uma das músicas que tocaram nesse programa, mas desta aprendi a gostar sozinha.

De cada vez que vejo o Catroga

parece que oiço esta música.



Mas a versão que cantei até à exaustão para os meus sobrinhos
comerem ainda me parece mais apropriada:

Dou saltos p'ra frente
dou saltos p'ra trás
por uma cenoura (leia-se Ministério)
de tudo sou capaz.

Terça-feira, 3 de Maio de 2011

Desconfio sempre de homens

que estão no ginásio à hora de uma meia final da Liga dos Campeões.

Segunda-feira, 2 de Maio de 2011

Obrigada à Maria

por me mostrar esta música.



Não podia ser mais à minha medida.

Domingo, 1 de Maio de 2011

Não se deixem enganar pelos primeiros acordes

Não é o Footloose.

 
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