Segunda-feira, 31 de Janeiro de 2011
Expresso sempre a inovar
Anda-me cá a parecer que os jornalistas (ou copys) do Expresso se excitaram com a história do acordo ortográfico e toca de inventar novas palavras a cada edição. Assim de repente lembro-me de "jóias" e "pára", que para eles perdeu o acento (wtf!), e esta semana encontrei a melhor de todas, penso que numa entrevista a Pedro Santana Lopes: "está-lo-ão". Como diria o Google, será que quis dizer estaladão?
Esclareçam-me
Em toda esta história da redução do financiamento público a escolas privadas não devia ser a direita a primeira a dar o seu apoio à medida, uma vez que isso significaria uma menor intervenção do Estado, esse bicho-papão responsável por todos os males? Ou será que estão genuinamente preocupados com os pobrezinhos? Mas, por outro lado, por que raio terá o Estado de pagar a educação dos "pobrezinhos" que decidiram que a escola pública ao lado não é digna o suficiente para eles mas já o é para todos os outros que não tiveram alternativa? Estou muito baralhada.
Dêem-me um doce
(ou quejando) com nome em estrangeiro e é certo e sabido que não vou gostar. Alguns exemplos: macarons, cupcakes, brownies, milkshakes, sundaes.
Domingo, 30 de Janeiro de 2011
Sempre existiu a ideia
de que os escandinavos estão muito à frente no que respeita à vida sexual, mas este programa deu cabo de tudo.
Sábado, 29 de Janeiro de 2011
Sexta-feira, 28 de Janeiro de 2011
Estou preocupada comigo
Já estamos a terminar o mês de Janeiro e ainda não me enganei a escrever o novo ano.
Quinta-feira, 27 de Janeiro de 2011
Quarta-feira, 26 de Janeiro de 2011
O que eu mais gosto
Terça-feira, 25 de Janeiro de 2011
Depois de ter visto o novo filme de Woody Allen
só me ocorre dizer uma coisa: o livre arbítrio é uma merda.
Segunda-feira, 24 de Janeiro de 2011
Olha, olha
afinal parece que há presidentes que não têm medo da Internet e - loucura! - respondem (via Youtube) a perguntas dos cidadãos.
Domingo, 23 de Janeiro de 2011
Momento 'Lei Seca'
The truth is, everyone is going to hurt you. You just got to find the ones worth suffering for.
Bob Marley
O Expresso desta semana
responde à pergunta que quase todos fazem desde a 1ª temporada de Mad Men. A Christina Hendricks veste um 39DD.
Sábado, 22 de Janeiro de 2011
Sexta-feira, 21 de Janeiro de 2011
Era capaz de votar no Cavaco
se, em vez de ter andado a apregoar a sua intocável honestidade e dureza de vida da estimada senhora, tivesse defendido medidas realmente importantes para o desenvolvimento e recuperação do país, como seja a obrigatoriedade de os homens usarem barba (desde que a tenham, claro). É que até este (observar segundo 0:27) fica bem.
Quinta-feira, 20 de Janeiro de 2011
Quarta-feira, 19 de Janeiro de 2011
E no final da 4ª temporada de Mad Men
só queremos que comece a próxima. Mais uma vez, até o título do episódio é perfeito: "Tomorrowland".
(spoiler alert video)
Roleta russa II
À pergunta "qual a canção que o transporta para a infância", teria de responder esta:
(Como eu e a minha irmã dizíamos, era do álbum das bolinhas , e acho que há pelo menos 25 anos que não a ouvia. Até fiquei um bocadinho emocionada.)
(Como eu e a minha irmã dizíamos, era do álbum das bolinhas , e acho que há pelo menos 25 anos que não a ouvia. Até fiquei um bocadinho emocionada.)
Queria fazer um post como os do maradona
cheio de argumentação e teorias bem fundamentadas e documentadas sobre as políticas de gestão de estacionamento público automóvel da autarquia lisboeta, apresentando planos e exemplos que melhor enquadrassem o tema, com análises económico-sociais, dados estatísticos e uma breve história da evolução do parque automóvel dos moradores da capital, sem esquecer o seu impacto na balança comercial portuguesa, na migração de aves, no crescimento do défice nacional, e respectivas implicações na arquitectura urbanística, mobilidade demográfica e desenvolvimento da indústria do alcatrão, pilaretes de pedra e sinalética de trânsito, isto sem perder de vista um ensaio sobre a utilidade das empresas municipais, mas infelizmente não consigo. Por isso, resta-me dizer que estou lixada da vida pelo facto de a querida CML ter decidido acabar com 2 preciosos lugares de estacionamento na rua onde habito que, não obstante ser uma zona de estacionamento exclusivo para residentes, na maior parte das vezes não é nem exclusiva nem de estacionamento. Agradece-se o contacto e indicação dos respectivos honorários daqueles freelancers que destroem obstáculos colocados por entidades oficiais sem qualquer outro objectivo que não seja tornar um bocadinho mais difícil a vida dos cidadãos que, respondendo aos apelos do senhor presidente da Câmara de Lisboa, escolheram viver no centro da cidade.
Terça-feira, 18 de Janeiro de 2011
Segunda-feira, 17 de Janeiro de 2011
Querem arrasar com metade dos actores de Hollywood?
Então chamem o Ricky Gervais. Nunca desilude. E tem muita piada.
Twitter: algumas impressões e revelações
- As pessoas esqueceram-se que existem programas de chat, muito eficazes para troca de mensagens pessoais
- Pessoas que achávamos desaparecidas afinal estão vivas e são muito opinativas
- Grande parte da nossa intelligentsia passa a noite acordada a twitar
- Existem estranhas relações entre os nossos opinion makers
- Toda a gente adora conversa de chacha e, pior do que isso, tem sempre algo a dizer sobre nada
- A omnipresença não se limita a Deus
- A teoria dos seis graus de separação ganha uma nova dimensão no Twitter
- A omnipresença não se limita a Deus
- A teoria dos seis graus de separação ganha uma nova dimensão no Twitter
Domingo, 16 de Janeiro de 2011
Não sei quem teve a ideia
de fazer renascer o bigode nos homens, mas gostava de avisar que apenas um homem conseguiu usá-lo com estilo.
Eu pensava o mesmo quando via uma lata de fermento Royal
Glenn: Então o que acontece quando morres? Nada?Sally: Não me incomoda, a não ser por ser para sempre. Quando penso em para sempre, incomoda-me. É como a manteiga Land O' Lakes que tem uma índia com uma caixa, que tem a rapariga índia sentada com uma caixa, que tem uma imagem dela com uma caixa.
(Mad Men, T4, Ep12)
Sábado, 15 de Janeiro de 2011
É bom saber
que os Bancos estão realmente preocupados com o endividamento e falta de poupança dos portugueses.

(Nota de elevado interesse: já tenho dois créditos com este Banco)

(Nota de elevado interesse: já tenho dois créditos com este Banco)
Sexta-feira, 14 de Janeiro de 2011
Quinta-feira, 13 de Janeiro de 2011
Como muito se fala por aí
querem fazer do carrasco de Carlos Castro uma vítima que apenas terá reagido excessivamente às promessas vãs e "ofertas de luxúria" de um velho libidinoso que nada mais queria do que aproveitar-se do rapaz provinciano fascinado pelas luzes da ribalta. A história até podia ser assim, caso se tratasse do argumento de um telefilme de domingo à tarde na TVI, mas parece-me que muita gente se está a esquecer que essa suposta personagem ingénua e iludida passou uma hora a torturar, esmurrar e mutilar a vítima, explicando pouco tempo depois, e em tom calmo, que "o Carlos já não sai hoje do hotel".
O problema de se ser uma pessoa cívica
é, não só sofrer com a falta de civismo dos outros, mas sobretudo saber que não vou conseguir deixar de ir votar nas próximas eleições presidenciais, mesmo quando o meu sentimento em relação aos dois principais candidatos é de vergonha, por um, e piedade, pelo outro.
Quarta-feira, 12 de Janeiro de 2011
Segunda-feira, 10 de Janeiro de 2011
Ditado dos tempos modernos
Se não tens nada de interesse para dizer, escreve um post.
(Sim, também se aplica a este blog)
(Sim, também se aplica a este blog)
Domingo, 9 de Janeiro de 2011
Diziam-me há dias
que se eu me cansava de pessoas ou blogs (enquanto manifestações dessas pessoas) a culpa era minha. É verdade. O problema está em mim, que tenho pouca paciência para coisas aborrecidas, repetitivas, presunçosas e desinteressantes.
Sábado, 8 de Janeiro de 2011
Acho sempre de desconfiar
quando a única defesa de alguém se resume a auto-proclamar uma virtude própria.
Sexta-feira, 7 de Janeiro de 2011
Acabado de ouvir
"Isto agora não é como antigamente. Já não há coisas para a vida"
(a propósito de umas botas, mas acho que se aplica a tudo)
(a propósito de umas botas, mas acho que se aplica a tudo)
Quinta-feira, 6 de Janeiro de 2011
Acho que qualquer português
minimamente orgulhoso da sua nacionalidade gostou de ler este texto do embaixador britânico em Portugal e ganhou até um certo ânimo neste difícil final de ano. No entanto, chegada ao ponto 5, a minha portugalidade balançou. Diz Alexander Ellis que uma das "coisas que nunca deverão mudar em Portugal" são os cafés. "Os lugares são simples, acolhedores e agradáveis", acrescenta. Simples sem dúvida que são - provavelmente até demais -, mas acolhedores e agradáveis? Onde? Para mim, os típicos cafés portugueses - ou seja, as pastelarias e snack-bares - são das coisas mais assustadoras e deprimentes que existem. Já nem comparando com os congéneres europeus, não consigo apontar uma qualidade aos mesmos. O mobiliário é desconfortável, o ambiente pouco acolhedor, a iluminação desagradável, os empregados trombudos e pouco prestáveis, a comida exposta nada sugestiva, a loiça gasta e velha, as ementas gordurosas, as montras nada convidativas. Enfim... Ao contrário do embaixador, se eu pudesse mudava todos os cafés deste país.
Efeito placebo
Para mim, esta questão de ética é como a honestidade: se no final acabamos por prejudicar alguém, de que é que nos valeu?
Quarta-feira, 5 de Janeiro de 2011
É possível
um homem ter cabelo comprido, barba mal aparada, andar de calças de pijama, casaco de malha, meias a meia canela e chinelos, participar em torneios de bowling e mesmo assim ter pinta? É.
Terça-feira, 4 de Janeiro de 2011
A filosofia barata é sempre tão certeira
in Dexter, Temporada 5, Episódio 4
Segunda-feira, 3 de Janeiro de 2011
Coisas boas dos colégios católicos
Não deixarem para os pais a difícil tarefa de explicar que não existe Pai Natal.
Domingo, 2 de Janeiro de 2011
Crónica de um corte de cabelo
Momento 1: ansiosas por mudarmos, normalmente incentivadas por amigas e fotos retiradas da Net, contamos os dias até à ida ao cabeleireiro
Momento 2: (o dia D) a desilusão perante a imagem reflectida no espelho, ao mesmo tempo que esboçamos um sorriso amarelo e dizemos "está óptimo" (ninguém nos atemoriza tanto como um cabeleireiro); desejamos poder voltar com o tempo atrás
Momento 3: chegamos a casa e tentamos perceber se o problema será apenas do penteado à cabeleireiro; parece não haver nada a fazer; começamos a evitar superfícies espelhadas
Momento 4: vamos para o Google fazer buscas em torno da frase "crescimento do cabelo"
Momento 5: lavamos o cabelo no dia seguinte para perceber melhor o resultado final; sem o jeitinho à 'coiffeur' e os produtos que nos custaram os olhos da cara recuperamos algum ânimo
Momento 6: passados uns dias, o cabelo começa até a parecer-nos giro
Momento 7: vamos ganhando confiança e nem nos lembramos de como estávamos antes
Momento 8: começamos a pensar que já devíamos ter cortado assim há mais tempo
Momento 9: desejamos que o cabelo cresça devagar e ponderamos passar a cortar sempre assim
Momento 10: é muito cansativo ser mulher






