querem fazer do carrasco de Carlos Castro uma vítima que apenas terá reagido excessivamente às promessas vãs e "ofertas de luxúria" de um velho libidinoso que nada mais queria do que aproveitar-se do rapaz provinciano fascinado pelas luzes da ribalta. A história até podia ser assim, caso se tratasse do argumento de um telefilme de domingo à tarde na TVI, mas parece-me que muita gente se está a esquecer que essa suposta personagem ingénua e iludida passou uma hora a torturar, esmurrar e mutilar a vítima, explicando pouco tempo depois, e em tom calmo, que "o Carlos já não sai hoje do hotel".
6 comentários:
faz lembrar o Michael Myers (Halloween). MEDO!!!
de facto o pessoal delira !...
O caso é mais complexo do que nos poderá parecer, porém UM HORROR(!) em todas as suas dimensões. Pessoalmente, acho que nada justifica matar-se alguém desde que no nosso perfeito juízo. Admito no entanto possível haver momentos de descontrolo total por razões que nos esvaziaram a razão.
Será o caso?
NN
Matar em legítima defesa é uma coisa. O que não me parece provável. Porque depois de matar ainda andou a fazer pior. E ainda tomou banho calmamente e vestiu-se de lavado, qual psicopata.
Sem tirar nem pôr!
Chama-se crise psicótica aguda e é uma possibilidade.
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