Sexta-feira, 31 de Dezembro de 2010

Pois então, um ano com sorte

Quinta-feira, 30 de Dezembro de 2010

2011

Quarta-feira, 29 de Dezembro de 2010

Roleta russa

Na rubrica da Radar com o nome acima referido, uma das perguntas feitas aos participantes é "qual a melhor música retirada de um filme?". Para mim é esta (mesmo que muito anterior ao filme, mas lamentavelmente só a descobri este ano com Greenberg):


(numa segunda escolha, talvez esta)

Terça-feira, 28 de Dezembro de 2010

A verdadeira (r)evolução tecnológica

Tenho esperança que um dia, a par da pertinente questão "Send message without a subject?", o Gmail nos pergunte também "Send this message to that recipient?"

Segunda-feira, 27 de Dezembro de 2010

Ao cuidado de Steve Jobs

Descobri uma grave falha nos MacBooks. É impossível carregá-los ao mesmo tempo que os seguramos sobre as pernas quando estamos sentados à chinês.

Carrie Fisher via MEC


"Guardar rancor a alguém é como tomar veneno e ficar à espera que a outra pessoa caia morta". É verdade. Uma pessoa, passado muito tempo, quando se dá conta do tempo que perdeu a não perdoar e a querer mal a quem nos fez uma, arrepende-se de ter tido tanto ressentimento.

Miguel Esteves Cardoso na crónica de hoje, 27 de Dezembro, no Público, sobre o documentário Wishful Drinking.

Domingo, 26 de Dezembro de 2010

Dedicada ao Julian Assange


Transparency is a foolish ideal.Life becomes intolerable without a capacity for secrets.


Alain de Botton


Quinta-feira, 23 de Dezembro de 2010

A ver se me inspira

Quarta-feira, 22 de Dezembro de 2010

O problema de experimentarmos o melhor



é a dificuldade de regressarmos ao pior.

Coisas que me fazem perder a fé na espécie humana

Terça-feira, 21 de Dezembro de 2010

Last Christmas

Por muito que custe admitir, todas nós, mulheres agora nos 30, vibrámos um dia com o videoclip do Last Christmas. Mas chegada a idade da razão (alguma mais, pelo menos), é altura de desmistificar a coisa e tentar perceber o que nos fez querer fazer parte daquele grupo de amigos onde homens e mulheres praticamente não se distinguem, nem sequer nos cabelos ou adereços, elas é que trabalham (nada de novo, ok), eles são mais femininos do que elas, dois gays disputam uma rapariga sem ponta de graça, tem de se saltar a cerca para sair de casa, ninguém troca presentes, não há mais ninguém na estância e nunca pára de nevar.
Só encontro 2 razões: falta de ambição e anos 80.

Felizmente as coisas mudaram um bocadinho:

Som mais irritante da era pós telecomunicações móveis

O tu-ru-ru de falta de bateria da Nokia.

Segunda-feira, 20 de Dezembro de 2010

Em dias como o de hoje

temos de ouvir músicas assim:



(nem que seja por causa do fantástico refrão)

Percebemos que a blogosfera é um lugar realmente estranho

- para não dizer estúpido -, quando bloggers (repito, bloggers) com pseudónimos (repito, pseudónimos) ficam muito amofinados com o anonimato alheio.

Domingo, 19 de Dezembro de 2010

Aves de rapina

Quando achávamos que as tricas à volta do futebol português não podiam ser mais desinteressantes, eis que uma águia imperial ibérica altera o paradigma.

É tão fácil

sentirmo-nos turistas no nosso próprio bairro. Basta usarmos um chapéu.

Sábado, 18 de Dezembro de 2010

Que saudades destes videoclips



em que a letra é levada à letra.

Sexta-feira, 17 de Dezembro de 2010

Tinha razão



A leitora Mónica quando disse que o episódio 8 da temporada 4 é muito bom.

Passados uns 15 anos



redescobri os lápis de carvão. Mas ainda não descobri o nº certo.

Quinta-feira, 16 de Dezembro de 2010

Não foi assim há muito tempo

que me apercebi que a imagem reflectida no espelho somos nós ao contrário.

Quarta-feira, 15 de Dezembro de 2010

Como as baleias

It will shock you how much it never happened

Provavelmente a melhor frase alguma vez dita numa série.

Segunda-feira, 13 de Dezembro de 2010

O melhor do WikiLeaks

não são os telegramas revelados, a legitimidade ou não de divulgar segredos de Estado, as potenciais crises diplomáticas geradas, o look andróide de Julian Assange, as supostas violações à liberdade de expressão, à liberdade de imprensa e à liberdade individual, a incapacidade dos países manterem as suas informações confidenciais, o poder ilimitado da Internet ou a bufaria elevada a heroísmo; o melhor mesmo é "sex by surprise" ser crime na Suécia.

Presentinho

para os meus leitores (com bom gosto) do sexo masculino.

Domingo, 12 de Dezembro de 2010

Homens vs homens

De uma maneira geral, os homens têm mais jeito para a escrita em blogs. Acho, aliás, que têm mais jeito para a maioria das coisas, mas isso dava outro post. Voltando atrás, eu prefiro ler blogs de homens, talvez por serem mais objectivos, mais divertidos, mais irónicos, mais incisivos, mais surpreendentes e, claro, menos lamechas. No entanto, quando lhes dá para o solipsismo, auto-adoração e presunção - na maioria das vezes mascaradas de falsa auto-depreciação e "engraçadismo"-, não há nada mais patético e confrangedor.

Sábado, 11 de Dezembro de 2010

Onde é que eu tinha a cabeça?

É bom quando esta pergunta se sobrepõe às outras.

Descubra as diferenças

O Mário Crespo na passada quarta ou quinta-feira no debate sobre as conclusões do relatório PISA 2009 entre Marçal Grilo e David Justino :

Second best do ano

Beach House, Teen Dream

O Laço Branco, de Michael Haneke


Coração Tão Branco, Javier Marías

Sexta-feira, 10 de Dezembro de 2010

Hoje gostava de ir à cave do Juan



Esta é a música pós breakup mais cool e dançável da história. E o Hamilton Leithauser e o Peter Bauer fazem-me repensar a primeira parte do post anterior.

Tenho de deixar de ver o No Reservations

Não só porque começo a entender aquela coisa de os homens mais velhos serem bastante mais interessantes (até com um anel no polegar), mas também porque percebo, a cada novo programa, que a comida portuguesa não é a melhor do mundo.

Quinta-feira, 9 de Dezembro de 2010

Assustador

As minhas idas ao Lidl são indissociáveis de uma ida em particular em que o meu sobrinho de 5 anos viu pela primeira vez um homem sem perna.

Quarta-feira, 8 de Dezembro de 2010

É isto

Há dias em que acordamos com vontade de fazer coisas que sabemos que não devemos. Porque não nos iam levar a lado nenhum ou, pior, iam levar-nos a sítios onde não queremos voltar a estar.

Para mim, fotografias têm de ser com pessoas. Aquela coisa das paisagens e monumentos nunca me entusiasmou muito. Porque basta uma boa câmara e luz adequada. Não há muitas variáveis. A coisa está ali, parada, e pronto. Com as pessoas já não é assim. Tudo depende do observador e não do observado, que muitas vezes nem se apercebe de que o foi. Foi o caso desta foto aqui em cima, com o meu amigo L. empoleirado no Muro de Berlim. É ele quem me tira as minhas melhores fotografias.

Terça-feira, 7 de Dezembro de 2010

Tragédia grega

Descobri hoje, ao ler isto, que o que eu preciso é de um deus ex machina.

Best of 2010

Melhor disco


Melhor filme


Melhor livro lido


(clicar nas imagens para mais informação)

Segunda-feira, 6 de Dezembro de 2010

Época de tubarões

O jornalismo não tem conserto

Como é que nas 1001 notícias deste fim-de-semana sobre a greve dos controladores aéreos espanhóis nunca apareceu o porta-voz dos ditos?

Ainda não percebi

se duas sextas-feiras na mesma semana compensam o facto de acabarmos por ter também duas segundas-feiras.

Domingo, 5 de Dezembro de 2010

Músicas perfeitas

Escala (acumulativa) de atractibilidade no ginásio*

1. Ser mulher
2. Usar roupa justa
3. A roupa ser decotada
4. Ter cabelo comprido
5. Ser loira
6. Parecer sempre bronzeada
7. Usar verniz de cor chamativa
8. Ter copa acima de C
9. Perceber-se que usa fio dental
10. Não usar soutien

(* na perspectiva de um homem heterossexual)

Sábado, 4 de Dezembro de 2010

Bagagens



A metáfora é um bocado batida, é verdade, mas gosto muito desta passagem do Up in the air*. Porque, no fundo, é a isso que tudo se resume, à bagagem que carregamos. Ao que escolhemos levar ou deixar de fora. À forma como arrumamos as coisas. Ao peso que somos capazes de suportar. Porque, às vezes, nem as rodinhas tornam a viagem suportável. É preciso livrarmo-nos dos extras e deixar apenas aquilo que realmente nos pode fazer falta.

E ao escrever sobre isto lembrei-me de outra analogia que acho que vai inaugurar uma teoria psico-sociológica absolutamente incontornável . É esta a de que a nossa bagagem (a real, aquela que levamos quando viajamos) é um indicador da nossa personalidade e forma de estar na vida. Tal como o conduzir, que para mim funciona como um espelho das nossas principais qualidades e defeitos, também as nossas malas reflectem o que nos vai na alma. Pode ser que esteja sob o efeito da sexta-feira à noite, mas a verdade é que, quanto mais penso nisto, mais sentido acho que faz. Pensem nas pessoas que conhecem e nas bagagens que levam e digam-me lá se não bate certo? Desde a escolha da mala de viagem àquilo que levam, o que não conseguem deixar para trás, o modo de arrumar, o tipo e quantidade de roupa, etc, etc. Eu, por exemplo, levo sempre malas práticas e de bom material (daquelas Samsonite com 4 rodinhas), começo a arrumar com bastante paciência e cuidado mas no fim começo a entrar em parafuso, levo sempre bastantes mais coisas do que o que seria necessário para os dias de viagem, esqueço-me normalmente de alguma coisa que queria mesmo ter levado, levo coisas que não chego a tirar da mala e quase sempre tenho excesso de bagagem (para a cabine).

(* o segundo 1:33 é delicioso)

Sexta-feira, 3 de Dezembro de 2010

O meu Gmail insiste nisto


You are invisible
.

No fun

Esta semana passou na SIC Radical o No Reservations feito nos Açores e tristemente me apercebi que somos realmente um povo sem qualquer vivacidade. Acho que nunca tinha visto o Anthony Bourdain tão entediado.

Quinta-feira, 2 de Dezembro de 2010

Nunca percebi

de onde vem a ideia de que é dos carecas que elas gostam mais. Eu não me lembro de nenhum sex symbol calvo.

Quarta-feira, 1 de Dezembro de 2010

We need the eggs


Woody Allen faz hoje 75 anos.

Desconfio sempre

de homens que dizem que não podem beber café a partir das 8 da noite.

Mas depois lembro-me que 2 Zyrtec não me dão o mínimo sono e penso que talvez eu não seja o melhor exemplo.

Passe a redundância

Há revelações que se transformam em verdadeiras epifanias*.

(* o corrector dá erro e sugere-me epidemias)
 
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