Quarta-feira, 28 de Abril de 2010
Terça-feira, 27 de Abril de 2010
Portal do cidadão
Uma grave lacuna na minha vida está prestes a ser preenchida. Vou finalmente saber a hora exacta a que nasci. E, mais importante ainda, saberei se tenho ascendente em Caranguejo ou Leão.
Sexta-feira, 23 de Abril de 2010
Quinta-feira, 22 de Abril de 2010
Terça-feira, 20 de Abril de 2010
Mistérios insondáveis do Universo XI
As moscas - e demais bichos com asas - hão-de voar para todas as direcções menos para a direcção da janela aberta?
Domingo, 18 de Abril de 2010
Bons momentos de televisão
A viagem de Cavaco Silva, desde Praga, está a proporcionar excelentes momentos de televisão. Tive a sorte de presenciar um deles esta tarde, quando a repórter da SIC listava as coisas que constavam da merenda que todos que seguem a bordo com o (vosso) Presidente tinham recebido. "Uma sandes, um sumo (...), um queque pequeno". E à noite fiquei a saber que o casal tem lido muito e que até pararam algures para comprar a última Time. Sorte a deles que se fosse eu já estava mais enjoada que uma pescada!
Sexta-feira, 16 de Abril de 2010
Quarta-feira, 14 de Abril de 2010
Vidas mal contadas
Nunca fui muito com o estilo da Judite Sousa, mas nunca duvidei das suas capacidades profissionais. Isso até começar o seu novo programa, Vidas Contadas, transmitido todas as segundas-feiras depois do Telejornal. O último episódio, dedicado ao aneurisma de Pôncio Monteiro, que entretanto está fresco que nem uma alface, chegou mesmo a roçar o patético e mais se assemelhou a uma reportagem do programa da Júlia Pinheiro. Nada do que foi dito, explicado ou demonstrado acrescentou o que quer que seja, e continuei sem perceber quem de facto é o homem, à excepção de ser do FCP. Acho que a única mensagem que realmente passou foi que não devemos usar vestidos de napa ou sombra de olhos cinzenta escura quando passamos os 50 anos, como a mulher do dito senhor.
Terça-feira, 13 de Abril de 2010
Outra vez
Saio do carro, abro a porta ao T. e penteio-o com as mãos. Ele pergunta-me "gostavas de ser minha mãe?". Eu fico sem resposta.
Domingo, 11 de Abril de 2010
Sexta-feira, 9 de Abril de 2010
Quinta-feira, 8 de Abril de 2010
Quarta-feira, 7 de Abril de 2010
Eu sei (spoiler alert)
Um psicanalista encontraria a razão nalgum momento particular da minha infância, mas a verdade é que não consigo entender por que é que não consigo resistir a ir ver/ler o final de uma série ou concurso de televisão. Eu ainda tento resistir, só que os meus dedos ganham vida própria e quando dou por mim já teclei as palavras mágicas na janela do Google. E depois não há volta a dar. Naqueles 5 ou 6 resultados da busca que o ecrã permite ver lá encontro uma palavra que me obriga a abrir o link. E depois os acontecimentos sucedem-se até estar a abrir o Youtube relativo ao episódio ou cena final. Foi assim que logo no primeiro ou segundo episódio da última temporada de Dexter fiquei a saber que a Rita acabaria morta numa banheira. E soube que o Don e a Betty não acabam juntos (não é surpreendente, é certo). Ou quem será a vencedora do So you think you can dance. Com o Project Runway, então, ainda nem começou a nova série e eu já sei quem desfilará em Bryant Park. O que vale é que, para mim, nunca perde a piada e vejo com o mesmo entusiasmo - ou quase - de quem está na mais perfeita ignorância. E sofro menos, claro. E posso abrir os olhos e fazer aquele esgar parvo de quem sabe mais do que o outro sempre que alguém pergunta "o que irá acontecer?".
Homo Super Bockus
Descobri recentemente um novo grupo antropológico. São aqueles jovens adultos que estão entre os betos e os "indies", têm um ar saudável e parecem estar sempre de bem com a vida, vestem roupas giras mas sempre num registo não-vou-perder-muito-tempo-a-pensar-pois-fica-me-tudo-bem (e quase sempre fica), têm ou vão ter bons empregos, saem muito à noite com os seus 83746 idênticos amigos, usam cortes de cabelo que estão na moda e lhes ficam bem, elas andam quase sempre de sapatos rasos, eles de camisas largas ou t-shirts com "dizeres", vivem em bairros históricos, gostam de comer em tascas, vão a (muitos) concertos alternativos, passam férias na Costa Vicentina, usam o último grito em óculos escuros e não dispensam os chapéus. A Super Bock foi a primeira a mostrá-los:
Terça-feira, 6 de Abril de 2010
Nada a fazer
Se com argolas não consigo deixar de me sentir "la vache qui rit", com camisolas de riscas fico à espera de ver as luvas com lâminas aparecerem-me nas mãos.
Domingo, 4 de Abril de 2010
(sem título)
Percebo agora que a minha vida se tem regido, sobretudo, por timings falhados. Espero um dia conseguir acertar.
