Sexta-feira, 3 de Fevereiro de 2012

Os anos 20

foram, sem dúvida, os melhores para o vestuário feminino.

The Artist
Downton Abbey

Quinta-feira, 2 de Fevereiro de 2012

Estou apaixonada

pelo protagonista do The Artist e ainda não vi o filme.

Quarta-feira, 1 de Fevereiro de 2012

Hoje gostei de ouvir

esta música antiga de um cantor novo

e esta música nova de um cantor antigo

Segunda-feira, 30 de Janeiro de 2012

Notícias de última hora

- Há velhos que vivem sozinhos e morrem
- Faz frio no Inverno
- Um processo contra o Isaltino foi arquivado
- Existem jovens que pensam em suicídio
- O Porto perdeu porque foi roubado
- O Benfica ganhou porque foi beneficiado
- O Medina Carreira está pessimista quanto à situação do país

Domingo, 29 de Janeiro de 2012

A entrevista

do Manuel Sobrinho Simões ao Público (edição de hoje) devia ser de leitura obrigatória para todos os portugueses. Aqui ficam alguns excertos:

O que somos é um país de doentes ou pelo menos de pessoas que se julgam doentes. (...) Na nossa cultura é quase malcriado dizer estou bem, nunca estive tão bem na vida. A vitimização cria empatia,..., não gostamos de desafiar Deus. Isso dificulta muito a planificação de saúde, porque a valorização das queixas é muito difícil de fazer de uma forma objectiva.


A nossa civilização acha que a morte é opcional e não é. Se calhar é mesmo melhor morrer em paz, com a família, não podemos continuar a prolongar tratamentos indefinidamente.


Deve haver regras muito claras de articulação da medicina privada com a pública (...). Acho muito bem que as pessoas que queiram escolham hospitais privados para ter as crianças. Agora, tinha de existir um acordo com os hospitais privados onde há partos e, quando as coisas dão para o torto e elas vão parar às maternidades e hospitais centrais, parte do dinheiro que as pessoas tinham pago revertia para o público.


A grande resistência da sociedade portuguesa à transformação está na iliteracia. Continuamos a não saber o que nos interessa.

Quinta-feira, 26 de Janeiro de 2012

Sem tirar nem pôr. Tudo.

A frase de Sade de que gosto tanto, de que a caridadezinha não passa de orgulho, e quem a pratica fá-lo apenas para se sentir boa pessoa, e portanto por motivos egoístas, aplica-se aqui também (a beneficência é mais um vício do orgulho do que uma verdadeira ostentação da alma; é por ostentação que se dão alívio aos semelhantes, nunca é com a pura intenção de praticar um acto bom). Já não te quero como namorado/a, mas vou fazer o favor de ser teu amigo/a, porque não suporto sentir-me má pessoa e causar-te esta dor. Eu, a isto, respondo que não, que nem pensar. Não quero ser amiga de um Corto Maltese qualquer que queira acabar comigo, muito pelo contrário, quero distância, silêncio completo, ruptura total, não pensar nele, não o ver, não saber se está feliz ou infeliz, casado ou solteiro, com filhos ou sem filhos, para eu poder andar para a frente com uma ajudinha dos meus (verdadeiros) amigos, como cantavam os sábios Beatles.


Aqui.

Quarta-feira, 25 de Janeiro de 2012

Quem come pipocas no cinema

deveria poder ser julgado por crimes contra a Humanidade.

Segunda-feira, 23 de Janeiro de 2012

Ler o Pedro Santos Guerreiro tornou-se obrigatório

Cavaco Silva quis fazer-se de mártir mas regou-se com gasolina. Colocou a questão legal num prisma moral. A moral tem um inimigo no moralismo. A República não pode ter um inimigo no Presidente. "Não sei se ouviu bem, 1.300 euros por mês" é dos maiores insultos públicos dos últimos meses aos portugueses. Custa muito pedir desculpa, mas é isso que o Presidente deve fazer neste momento. A franqueza só é uma fraqueza se a gente for fraca. E um "fraco rei faz fraca a forte gente".


O resto aqui.

Domingo, 22 de Janeiro de 2012

O meu bairro é o melhor do mundo

Quinta-feira, 19 de Janeiro de 2012

Quanto mais oiço falar

das medidas que saíram da reunião da concertação social - e que todos os envolvidos aplaudiram com um sorriso de orelha a orelha - mais me convenço que o que fizeram foi apenas passar para o papel tudo aquilo que quase todos os privados já fazem há anos e que, pelo que parece, não tem tido trazido grandes benefícios à economia.
 
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