20 de junho de 2013

Será sempre o Tony Soprano

mas eu irei recordá-lo pelo papel em Welcome to the Rileys, um filme que nos mostra que a redenção é possível e, como disse atrás, que o amor é independente de laços de sangue.



(spoiler alert: esta é a cena final)

18 de junho de 2013

17 de junho de 2013

Há quem ache

que apenas podemos saber o que é o amor verdadeiro quando temos filhos. Não nego que seja um amor diferente e avassalador. Mas não acho que quem não passa por essa experiência seja de alguma forma inferior aos outros no que aos afectos diz respeito. Não nos podemos achar mais completos do que os demais porque temos um elo que os outros não têm, até porque o amor se vive de formas muito diferentes e ninguém consegue medir a intensidade do amor dos outros. Tive uma tia avó que não tenho dúvidas que me amou mais do que as minhas próprias avós e que foi muito mais mãe da minha mãe do que a verdadeira. Por isso não acho que o amor de pai seja exclusivo de quem procria. Da mesma forma que não acho que quem não tem irmãos nunca possa sentir o que é o verdadeiro amor fraterno. E é isso mesmo que é bom no amor. Não tem limites nem condições de acesso.

14 de junho de 2013

Impossível não ir sentir falta

de alguém que, perante a minha ignorância em jeito chica-esperta - "não se escreve bêbado mas bêbedo" -, me corrigiu com um bem humorado "depende do grau de bebedeira". Abraço.